Um Trabalho de Piloto realizado com Parcerias de Software

Um Trabalho de Piloto realizado com Parcerias de Software

 

Pese o que alguns tentam imputar, manchar, macular, uma coisa tenho muito claro em meu dia-a-dia. A Transparência total no que realizamos em parceria.

 

Alguns dizem que uma coisa é o “profissional” outra coisa é o “pessoal”. Que nada! Balela, “conversa-pra-boi-Dormir”. Afinal de contas é no dia a dia do trabalho e nas relações com as software houses é que demonstramos realmente quem somos, nosso comprometimento, valores, caráter, etc..

 

É por isso que quando realizamos o Piloto com a DR600, nova impressora Não Fiscal térmica de 300 Milímetros de Velocidade por segundo, que tivemos os braços abertos entre as software houses para testar o produto com seus softwares, não apenas como profissional mas como empresa. Porque? Porque executamos o que pregamos em nosso dia-a-dia, a parceria.

 

Imagine você se no momento de realizar uma atividade dessa nós fossemos fornecedores de software, por exemplo? Acreditariam e nos dariam credibilidade? Muito difícil. E ainda mais se insistíssemos em um discurso, e praticássemos outro. Como profissional me sentiria péssimo. Este foi o principal motivo que me levou a anos atrás a interromper uma atividade que estava sendo desenvolvida em outra empresa. Não dá pra pregar uma coisa e fazer outra, apenas em nome de manter o emprego.

 

Compartilho com todos voces aqui com muito orgulho o resultado do Piloto que realizamos com as empresas de software do país, de norte a sul, o resultado foi fantástico!

 

Acessem aqui e confira:  http://www.daruma.com.br/ddcmkt_2009/ddcmkt_001_09.html

 

Obrigado a todas as empresas de software que depositam confiança em um trabalho claro, ético e transparente.

 

Obrigado

 

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Claudenir C. Andrade |   Daruma Developer Community |  Tel.: 55-11-3146-4984 | Cel.: +55-11-8137-0262

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Thin Client no Ponto de venda? é possivel?

 

Thin client  na Automação  comercial de PDV

 

Quando ouve-se falar de thin client, geralmente pensamos em uma CPU sem HD, sem Memória RAM, apenas uma CPU de conexão com o servidor onde o processamento [e realizado localmente e por sua vez ao desligar o mesmo perde estas informações já que toda a inteligência, segurança esta no servidor.

Bem isso é verdade, e é para isso mesmo o objetivo de um thin client. Mas a pergunta é: Pode um thin cliente ser utilizado na automação comercial?.

 

A Resposta é SIM! Porem antes de explicar gostaria de contextualizar com uma frase de Steve Jobs (Não é nada fraco este cara ne?) “O Cliente não sabe o que ele quer até que seja apresentado ao que estamos ofertando”. – Esta frase nos ajuda a entender porque as vezes chegamos em uma padaria, estacionamento, central de carga, um PDV simples, uma farmácia ou outro mercado que se utiliza de um sistema de controle de automação, principalmente no PDV, e nos perguntamos: “Nossa! Para quê tanto PC, tanto processador se aqui é apenas e tão somente um caixa, um PVD?”. E é uma pergunta muito pertinente, afinal de contas para quê um Monitor, um teclado convencional, um HD (que dá pau!!) partes mecânicas, 2 Gigas de RAM, HD de 180 Gigas, placa mãe GigaBit, a melhor maquina para realizar uma única e exclusiva tarefa de contabilizar e controlar a entrada e saída de veículos, controlar o PDV ou simplesmente imprimir na impressora fiscal.

 

Mas o que tudo isso tem que ver com a frase de Steve Jobs? A correlação é que hoje os cliente ainda não foram apresentados a esta tecnologia, não de forma tão massiva como ao PC. Querem ver? Quantas empresas você teve o feedback do cliente dizendo…Nao haveria um Comutador mais magro, sem tanta parafernália para ser utilizado no PDV? Dificilmente você deve ter tido este feedback já eu o PC como conhecemos hoje ele é constituído uma entidade inquestionável! É verdade, inquestionável…no sentido de que se desejo automatizar um processo através de um software necessito de um PC. Claro que isso contribuintes e usuários de tecnologia, esta não é uma verdade para muitos de nós desenvolvedores.

 

Agora, você consegue imaginar a reação de um cliente se você chega pra ele -  ainda mais clientes que tiveram problemas de manutenção de PC -  e você sinaliza com a seguinte proposta:

            E se eu instalasse aqui um computador que não tem COOLER, roda Frio, não esquenta e com isso não necessito vir aqui todos os meses para limpar, não tem HD mas uma forma solida de armazenar os dados, tipo um pendriver, roda windows XP, cabe na palma da Mao e ainda economiza energia consumindo 10W e não 150W como o PC?

            Sabe o que o cliente? Pelo menos a maioria…”Era isso que e precisava, mas quanto custa?”  - Percebeu? Ele só sabe o que ele quer no momento em que você apresenta a soluça pra ele. Isso é uma verdade quase que absoluta já que no momento que você passa a desenvolver um aplicativo, hardware, software para atender uma necessidade de um cliente você não esta inovando, você já esta atrasado porque ele já necessitava de aquilo, porem você ainda não atendeu ou esta trabalhando para atender.

 

Hoje no mercado de automação é mais ou menos assim, você só consegue quebrar o paradigma problemático de um PC quando você parte pra uma solução e apresenta ela ao cliente e ele dar-se conta desta necessidade. Afinal de contas, pense comigo? Para que um PC no ponto de venda? Qual a utilidade de todo aquele processamento no ponto de venda já que realiza operações dedicadas?

 

Operação Dedicada requer um Hardware Dedicado com software Dedicado

 

É muito interessante quando olhamos para o PDV por exemplo e imaginamos estas três afirmações acima, o PDV possui uma operação dedicada que é registrar, vender contabilizar as operações do ponto de venda. Possui um software dedicado para isso porem não tem um hardware dedicado para o PDV. E é neste nicho que entendo que os thin clients entram.

 

Thin Cliente ou Smart Client?

 

Mas como colocar um Thin Client na Automacao comercial? Primeiro necessitamos muda rum pouco nossa visão de thin client, que assim como toda tecnologia o mesmo sofreu evolução e agregou-se funções e processos com hardware atuais mais robustos, por isso gostaria de compartilhar com vocês os três conceitos que entendo serem eles o necessário para que se escolha qual melhor tecnologia de hardware dedicado a ser implemetnada.

 

Thin Cliente  - Não Tem HD, Apenas RAM baixíssima de 64MB, 128MB e olhe lá, Processador e Rede (Ethernet) nada mais   (além claro dos IOs normais de as vezes uma Paralela, Serial, Saída de Vídeo, etc..) mas os componentes principais que são vida a CPU do Thin Cliente são estes três. Já que entende-se que o thin cliente como conceito é uma caixa que dá boot pela rede (Remoto, PXE) e serve como um HUB onde processa instruções do servidor mas sem comprometimento de armazenar e gerir tal informação. Importante: Este tipo de Hardware é totalmente dependente e só trabalha Server-On-Line

 

Rich Client – Cliente Rico (se traduzir ao pé da letra) seria a mesma coisa, e na verdade é, pegar um Thin Cliente colocar um HD nele de 80GB, uma RAM de 1G ou 512MB,e instalar o Windos XP. Ou seja possui toda robustez e tamanho que o Thin Client possui porém é autônomo, poderíamos no fundo chamá-lo de um Mini-PC, para classificar e diferenciar vamos chamar de Rich-Client. E claro, este tipo de hardware pode trabalhar Server-On-Line ou Server-Off-Line com total autonomia local, totalmente desconectado de tudo e de todos. Esta arquitetura possui uma desvantagem que é a adição de uma parte móvel, mecânica que é o HD.

 

Smart-Client – O Smart Client está exatamente no meio, entre o Thin e o Rich. Como? Bem respondendo a esta pergunta: Para quê um HD de 80 Giga, alias…para quê um HD? Se minha aplicação cabe em 512 MB e o Windows XP embedded pode ser portado para rodar em outros 300 MB? Sobrando assim 200MB para uma provável consistência Off-Line? Para que necessito de uma RAM de 1Giga se utilizo WTS ou minha aplicação é leve já que ela é dedicada e por sua vez apenas 256MB supre a necessidade? Bingo! Ai entra o SmartClient. Sem parte Movel, já que não usa HD possui o que chamamos de SSD – imagine um Pendriver de 1Giga dentro dele mas tão confiável quando o HD e sem o problema de Vida útil que o HD possui, Há e ainda rodando windows. E claro, este tipo de hardware pode trabalhar Server-On-Line ou Server-Off-Line com total autonomia local, totalmente desconectado de tudo e de todos. Esta arquitetura possui uma grande vantagem que é ser totalmente Solida, sem parte mecânica, já que o HD aqui é substituído por uma Flash, um SSD, que para sua aplicação é igual ao HD, tem C:\ o Windows reconhece todas as pastas, arvores de diretório, é um HD em estado solido porem sem as partes mecânicas e movies do HD.

 

Bem com esta classificação e fatiamento do conceito de ThinCliente você começa a ver possibilidades de usar o thincliente na Automação comercial? Lógico que sim ne? So que claro…dentro do conceito estendido de SmartClient ou Rich Cliente.

 

Bem mas pode surgir duvidas como:

            O SmartCliente e o RichCliente é o PC, qual vantagem de usar uma arquitetura SmartCliente e RichCliente e não um PC?

Esta duvida é pertinente e faz muito sentido, listo abaixo algumas da vantagens de se utilizar esta arquitetura:

·         Economia de energia, pois ao não possui cooler e ter uma placa única, dedicada e um processador industrial o consumo cai de 100W (apenas a PCU convencional) para 10W.

·         FanLess – Por não possui cooler (o que contribui para a economia de energia) não para de funcionar o cooler, porque se não tem não pára, não quebra J, e não necessita puxar ar frio para refrigerar, como? Porque o processador destes smartClientes ou RichCliente são processadores que mesmo rodando Windows, possuem uma arquitetura diferenciada, RISC e estão preparados para não esquentarem tanto como os convencionais Pentium que conhecemos. Com isso a manutenção é reduzidíssima.

·         Cabe na Palma da Mao. E espaço no PDV hoje vale ouro. Alem disso por não ter Cooler, e não esquentar, você pode literalmente esconde-lo debaixo do PDV que não haverá problema de não ter espaço pro Cooler funcionar e puxar ar frio já que não tem Cooler, é o conceito simples de não tem não quebra. J

·         ROI – Retorno sobre o Investimento – quanto eu gasto pra manter um PC? Quando eu gasto para manter um ThinCliente? Um SmartCliente? Um RichClient? Pode ter a certeza que os três juntos comparados ao PC não chega a 20% do valor gasto para se manter um PC.

 

Poderíamos listar aqui varias funcionalidades do ThiinCliente e suas vantagens, mas este não é o objetivo.

 

Na daruma nós criamos e fomos os primeiros a implantar este conceito no mercado de automação de SmartCliente e RichCliente – Ambos com todos os componentes que você necessita para rodar seu software escrito em VB, Delphi, C#, WEB, .Net o que for. Veja a foto dele aqui nestes links:

 

http://www.daruma.com.br/prd_det.php?id_prod=27

http://www.daruma.com.br/prd_det.php?id_prod=70

http://www.daruma.com.br/prd_det.php?id_prod=69

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Claudenir C. Andrade |   Daruma Developer Community |  Tel.: 55-11-3146-4984 | Cel.: +55-11-8137-0262

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Emulador de Impressora Fiscal e a Parceria do Ganha-a-Ganha

Emulador de impressora e o Ganha-a-Ganha na parceria (Verdadeira Parceria)

 

Inúmeras vezes sou questionado porque a Daruma não tem emulador ou simulador de impressora. Tenho que confessar que sem duvida um emulador ou simulador sem duvida é uma Mao na roda principalmente para as pequenas software houses.

 

E também confesso que muitas vezes ensaiamos o inicio de desenvolver o emulador de impressora, temos até um validador mas não foi lançado. Gostaria e explicar aqui no bit o processo de emulador de impressora, o perigo que tem e por favor, acreditem-me, não tenho nenhum interesse marqueteiro ou comercial nisso, vou dar meu ponto de vista técnico com relação a este assunto.

 

Emulador x Simulador.

Quando iniciamos o desenvolvimento de um Simulador, e já explico porque não emulador, fomos até um ponto e percebemos que teríamos que criar praticamente uma “maquina fiscal” no computador do zero. Bem, claro que já tínhamos a idéia de aproveitar o código fonte que roda dentro da impressora. E aí está o problema. Os três emuladores oferecidos hoje pelos fabricantes possuem praticamente 90% do fonte que roda dentro da impressora. Isso é certo, não tenha duvida.

Se um dia o fisco resolver fazer uma auditoria técnica e fazer uma comparação entre o fonte da Impressora Fiscal (que roda dentro dela) e o fonte do emulador ou simulador (conforme chama) não tenha duvida vai dar mais do que 70% de copia – e acima de 70% de igualdade pelas normas de direitos autorais e copias é considerado o mesmo software.

 

Bem com isso veja o risco que o fabricante de automação possui ao simplesmente colocar em uma plataforma aberta como o PC o fonte da impressora rodando no PC. Fraudes e mais fraudes acontece. É por isso que sempre ouvimos fabricante X e Y serem chamados para explicar determinadas fraudes e não entendemos porque.

 

A vulnerabilidade em colocar o código fonte da Impressora pra emular o comportamento dela no PC é sem duvida de um risco altíssimo. Claro que você desenvolvedor não faria mal uso disso, mas sempre temos que pensar que se existe site seguro é porque existem hackers, com os mais interesses diferentes por trás das atividades de engenharia reversa e leitura binária de um executável.

 

Dá pra proteger? Sim sem duvida. Dá pra quebrar? “Of course!”, é lógico. Todo  ofuscador de .EXE pode ser quebrado, faca uma pequena pesquisa e poderá ver isso, um exemplo é este aqui veja o que achei no LiveSearch http://search.live.com/results.aspx?q=decompilar+.exe&form=QBRE, todo programa aplicativo pode ser feito engenharia reversa afinal de contas é tudo 010101010. Claro que existem programas bem mis protegidos e outros não tão protegidos assim. É ingenuidade achar que um fabricante de automação coloca no simulador dele a mesma proteção quem uma Microsoft coloca em seus executáveis de Windows, por exemplo. J

 

Sonegação no PDV

            Uma vez que os simuladores rodam o mesmo fonte da impressora, o que impede de o mesmo ser usado sem que você software house saiba? Ou com conivência de pessoas mal intencionadas? É simples, veja só: Seu fonte esta inteirinho preparado pra rodar com a Impressora Fiscal Física certo? Não existe nenhum ponto de sonegação no fonte, um “tecla mágica” como estamos acostumados a ouvir o apelido que deram pra teclas de “enviar o cupom para a impressora” ou “não enviar o cupom pra impressora”.

            Bem, então você fez seu desenvolvimento, tudo ok, qualquer pericia feita no seu fonte não ira achar nada, pode trazer os melhores peritos de universidade que não irão achar nada, pois não existe nada, você fez seu papel de desenvolver um software seguro e a prova de sonegação no PDV. Homologou tef e tudo mais!! Homologou em Minas, Bahia, em outros estados.

            Na hora de realizar a instalação no PDV você coloca a impressora Física, cadastra o Numero de serie (pois o aplicativo fica verificando o numero de serie do ECF, tudo certo, e você vai embora. Basta instalar o Emulador de impressora no computador, configurar a porta para “COM2” por exemplo, que seu aplicativo passa a falar com o emulador, sem saber que está falando com o Emulador de impressora, e sem você – que é o responsável fiscal pelo software – saber disso!  Mas como? Simples o fonte que roda no Simulador é o mesmo que roda na impressora Fiscal. Mas e o numero de serie? Olha…eu já baixei dois emuladores que permite você fazer até intervenção técnica na maquina, colocar seu numero de serie. Simples não? Pratico verdade?

            Eu não tenho duvida da praticidade, e da capacidade que TODOS os fabricantes de impressora tem de fazer isso. Na Daruma por exemplo se desejássemos nos poderíamos pegar o fonte do ECF Fiscal MFD FS600 e compilar no PC, pronto! Preparamos uma “visualização dos dados” e feito temos um emulador. Mas o risco que isso traz é grande e a responsabilidade vem antes do Ganho ($$) de mercado com isso. Aqui chamamos de política de sustentabilidade.

 

Simulador X TEF X Homologação X Problemas PDV

            Como prometi, vou me ater  apenas ao ponto de vista técnico, já que da noite pro dia se desejássemos poderíamos te nosso simulador não existe nenhum impedimento técnico pra isso, apenas de responsabilidade fiscal. Mas pense agora binariamente como um técnico, veja que interessante:

            Você pode homologar TEF com Simulador? Não, Você pode homologar nos estados com Simulador? Não. Você pode homologar PAF com Simulador? Não. Você pode levar o simulador para uma Feira e apresentar ele “como sendo a impressora virtual”? Fala serio. J, você não correria este risco, estou certo disso.

            Então porque usar uma impressora Física e não um emulador? Por todos estes itens que você tem acima, você estará mais seguro que tudo esta rodando certinho na impressora física, que você testou a comunicação física, real, não emulada ou simulada, que os bugs que você pegar serão simuláveis em laboratório, e os problemas que seu cliente tiver no PDV será idêntico ao que você poderá simular no seu laboratório já que no laboratório você tem um ECF Físico.

 

Considerações Finais e a política do Ganha-Ganha – Eu invisto um pouco e você investe um pouco

 

Mas como administrar isso? Não faz sentido a software house comprar uma impressora e ter que investir do bolso R$2.100 reais por exemplo em uma impressora fiscal. Mas por outro lado entendo que também não faz nenhum sentido ela não investir nada. Afinal de contas a parceria também é isso ambos investem de ambos os lados. No ano de 2008 (apenas no ano de 2008) nós fornecemos 35 impressoras FS600 pra desenvolvedores comprarem, ou seja, 420 novos desenvolvedores ou parceiros antigos compraram uma FS600 para programar e adaptar seus aplicativos.  

 

Mas onde esta a parceria nisso? Onde esta a política do ganha a ganha?  Não adianta nada eu te entregar um emulador e não te dar suporte de qualidade, driver de qualidade, em constante atualização com as tecnologias de mercado. Por exemplo, A Daruma hoje é o único fabricante que tem a mesma DLL pra Windows e Linux (como Shared Objetc) se você vai usar Java, de nada adianta você usar uma DLL no Windows que não tem os mesmos métodos e mesma característica no Linux, Já pensou nisso? Fomos o primeiro fabricante a suportar integralmente .NET e Mono (.Net pra linux) veja este anuncio no site BR Linux: http://br-linux.org/linux/daruma_anuncia_suporte_oficial_a_plataforma_mono_para_suas_impressoras_fiscais e o mono você pode baixar aqui http://www.mono-project.com/Main_Page  assim como a versão grátis do Visual Studio, a Express aqui: http://www.microsoft.com/express/

 

Mas sem fugir do lado técnico, todos vocês desenvolvedores sabem que os fabricantes possuem um investimento, e as vezes alto, em manter a área de suporte ao desenvolvedor, driver,s , dlls, até por que se não como as impressoras irão se conectar? Mas uma coisa é ofertar este serviço, a outra é ter excelência neste serviço. Por outro lado mesmo assim continua não fazendo sentido você ter que pagar 2.100 reais em uma impressora, mesmo em face das vantagens e riscos que corremos acima.

 

De nada também adianta DOAR ecf para o desenvolvedor e não ter uma política clara de suporte e parceria. A Daruma também poderia doar impressoras, de fato doamos 48 impressoras em 2008 para os desenvolvedores que pontuaram no DDC, mas pra isso tiveram que pontuar, ou seja, não demos esmola mas eles (os desenvolvedores) conquistaram isso.e Me orgulho por vocês disso.

 

Gostaria de passar pra você agora, sem cunho técnico, mas estratégico a política do Ganha-a-Ganha que montamos na Daruma. O que você me diria se eu dissesse que na daruma quando você compra a impressora pra desenvolver, após o desenvolvimento você fica com a impressora pra você, afinal de contas você comprou, e no final ao terminar o desenvolvimento e instalar a impressora no PDV você recebe o dinheiro que você investiu inteirinho de volta? Inteiro? Esta é a política que montamos.

 

E se eu disse que você não paga o preço de 2.100 reais pela impressora mas o preço de custos sem impostos, que parte disso a Daruma cobre? Ou seja, alem de receber o dinheiro de volta, você paga em 6 x este valor de custo da impressora sem margens de lucro pra daruma.

 

Mas porque montamos esta política, na daruma? Simples, não porque somo “frei franciscanos” no sentido puritano da palavra, e nada contra eles claro. Mas porque a Daruma e eu temos o interesse que cada desenvolvedor tenha UM ECF na bancada pra desenvolver com o ECF real e sabemos que também não faz sentido pagar o valor do ECF integral. E também não faz sentido após pagar você “micar” com o ECF na Mao, embora a legislação esta mudando tanto que você praticamente nunca ira “micar” com um ECF MFD na sua bancada. Mas vamos pro extremo…vamos imaginar que sim que você fique com este ECF e não use ele por um ano? O que você pagou? Nada, porque a Daruma devolveu seu investimento.

 

Bem o que esta política tem haver com o ganha-a-ganha? Lembra que comentei sobre parceria em um dos meus blogs? Então parceria é isso também. Você investe um pouco , nós investimos um pouco e todos saímos ganhando. De nada adianta pra Daruma e pra você, receber um ECF DOADO, por exemplo, ficar com ele 6 meses  (como já vi acontecer) e no final você não portar, a Daruma não ter os ECFs instalados e você não ter mais uma impressora fiscal portada em seu software.

 

Entao o fato de exigir o desembolso inicial por parte do desenvolvedor mostra que ele esta realmente interessado em investir em uma parceria clara, uma política limpra e transparente de parceria, onde uma vez que você investiu , a daruma se compromete devolver o dinheiro investido na impressora. Chamamos esta política de DDX5, Daruma Developers eXperience 5, porque ao indicar 5 pdvs com a impressora daruma você recebe todo seu investimento devolta, na verdade mais do que você pagou. Hoje a política esta assim:

 

01 ECF por desenvolvedor Valor de 6 x 187,00 reais. E ao instalar 05 PDVs com Daruma, indicando antes de instalar a venda pra daruma, você recebe de volta o valor de 470,00 reais encima de cada impressora instalada. Você não necessita vender, não necessita emitir nota de venda desta impressora, a Daruma dará isso pra você através do canal de vendas dela. O que você necessita fazer é propor a impressora para seu cliente e a Daruma fornece e fatura pro seu cliente através das revendas locais e seu canal de distribuição. Encima de cada impressora o valor bruto de 470,00 reais é acumulado em sua conta, no final 05 impressoras darão o valor de: 2.350,00, bem superior ao que você pagou na impressora. Por que? Porque estamos premiando sua parceria, seu investimento inicial.

 

Você Ganha, a Daruma Ganha, todos nos ganhamos. Provamos que você deseja investir e premiamos este desejo de investir. Isso é parceria, ambos os lados trabalham e participam e também podem exigir melhor serviços e melhor parceria porque afinal de contas nada foi doado, ou dado ou presenteado.

 

É isso ai. Quem desejar participar do DDX5 me passa um email que faço questão de passar pra nossa área atender. claudenir@daruma.com.br Ótimo domingo a todos!!

 

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Claudenir C. Andrade |   Daruma Developer Community |  Tel.: 55-11-3146-4984 | Cel.: +55-11-8137-0262

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Sistemas Embedded (Windows Embedded) A Evolucao do Sistema Operacional

“Embedded” – A Roupa sob Medida.

Você já teve a sensação de usar um sapato ou uma calça que você mais gosta e ao longo do dia você nem perceber que está vestido ou calçado com tal sapato o roupa? É mais ou menos assim… Você se sente tão bem com “aquele sapato” que você ao longo do dia simplesmente esquece que está com ele.

Com a tecnologia de hardware e software está acontecendo à mesma coisa. Estamos cada vez mais rodeados de tecnologia feitos sob medida que nem se quer percebemos que ela está presente de tão bem que ela se encaixa em nosso dia a dia. Por exemplo, um exemplo antigo, na central de injeção eletrônica de nosso veiculo roda um sistema operacional com um programa escrito em linguagem C (por algumas montadoras) que controla a injeção do combustível alem de outros sensores do veiculo.

Motor elétrico! Muitos anos atrás vendiam kit de motor elétrico e você mesmo montava o seu, era importante na hora de comprar um eletrodoméstico ou outro bem de consumo se ele tinha um motor elétrico para facilitar o dia a dia ou não. Hoje o motor elétrico está presente em várias área de nossa vida, como debaixo do prato que está dentro do Microondas e é necessário por fazer este prato girar. Ou seja, nem percebemos! Interessante não é verdade?   Hoje quando você compra um Microondas certamente você não pergunta “Tem motor elétrico para fazer o prato girar?”, porque isso já é fato, é igual ao sapato que você veste, usa e nem percebe.

O que estes pequenos dois exemplos possuem em comum? São Dedicados, Sob Medida, assim como o motor que faz o prato girar e o sapato que você veste e não percebe, todos estão ali para realizar operações dedicadas em nosso dia a dia, por isso fazem isso tão bem! Sem que nós percebamos que tais objetos estão desempenhando seu papel com sumidade de forma excelente.

Outro fator em comum nos dois exemplos acima é o fato de eles passarem a fazer parte de nosso dia a dia, sem questionamentos, assim com não perguntamos se um microondas vem com motor elétrico parar girar o prato, nós também não nos perguntamos “O que faz este motor elétrico aí?”. Ou nem se quer questionamos porque se utiliza um sistema operacional em uma central de injeção eletrônica de um veiculo.

Note que quando você começa a questionar os motivos de alguma coisa, seja ela hardware, objeto, padrão, comportamento ou processo que já existe por um tempo é porque o mesmo já não está servindo para a operação que você deseja fazer, ou sesta “sobrando” para o que você deseja, não está sendo o ideal.

Quer ver um exemplo? Um exemplo prático é o PC. O Computador como vemos hoje composto de uma TORRE (CPU ou UCP – depende do seu professor de informática, J ) Teclado, Mouse, HD com 80Giga, 1Giga de RAM, e hoje você começa a se questionar o seguinte:

“É para minha mãe apenas controlar as contas da casa no Excel e as encomendas de bolo que ela faz no final de semana, para que necessito de tudo isso?”

Poderíamos enfileirar os questionamentos aqui nesta pagina que escutamos no dia a dia com o usuário. Porém o mais interessante não é o questionamento em si, mas sim o motivo por traz que gera tal questionamento, que é o fato de se descobrir que o PC antes tão comum e tão desejado já não serve para o que necessitamos, Sobra recurso, não faz falta tanto e por isso às vezes o consumidor não paga e não ver valor agregado simplesmente pelo fato de ter tanto o que oferecer, pelo contrario acha que é caro (custoso) exatamente porque tem tudo isso e no fundo o que necessita é apenas controlar as contas da casa e as recitas de bolo.

Traduzindo o que vimos até aqui para o mundo da informática, é a mesma coisa. Um PDV, um ponto de venda, não necessita de um Computador (PC) em sua totalidade, mas sim de um hardware baseado ou construído pensando em sua necessidade e não no que há de melhor no mercado. O Mesmo acontece com sistema operacional, fato este já observado pela Microsoft em 2001 e que desencadeou em grande e forte investimento no Windows CE popularizando os computadores de mão, os PDAs. Por quê? A visão de que não se faz necessário um computador para controlar um catálogo de endereços, um programa de apontamento de pedidos, Mapas, etc.. Tudo isso poderia estar disponível em uma maquina dedicada para isso, com processamento sob-medida  e um sistema operacional dedicado.

Aí entra em cena o que se passou a conhecer, grande parte divulgada pela Microsoft, o Sistema Operacional Embedded, ou seja, Encaixado, Carregado, Unido, feito sob medida. Se fosse traduzir ao pé da letra tal termo seria “embebido”, é com se fosse um pedaço de pano encharcado com água, não dá pra separar num primeiro momento o que é água do que é pano, mas sim dizer que é um pedaço de pano molhado ou encharcado.

O Mesmo aconteceu com os sistemas operacionais, com o Windows CE e na época (2001) com o NTembedded, eram sistemas operacionais que você poderia construir e vestir para rodar em seu hardware de forma dedicada, unida, como se aquele sistema operacional fosse criado pela Microsoft única e exclusivamente para rodar em seu computador, tirando proveito de todos os poucos recursos existentes em seu computador, como um roupa sob medida, com se fosse aquele sapado que você veste e nem percebe que está usando. O Contrario aconteceria se você instalasse por exemplo o XP FULL, com requisitos genéricos de memória e HD, ou sua maquina ficaria lenta ou teria recursos em demasia no sistema operacional que você nem se quer utilizaria.

Isso é Sistema Operacional Embedded como, por exemplo, o XPEMBEDDED onde, através de uma ferramenta exclusiva da Microsoft você pode gerar uma Imagem ISO, com apenas os componentes que você desejar, com apenas os drivers que você desejar, para rodar com determinado processador e determinada quantidade de RAM que você desejar, fazendo assim com quem o sistema operacional passe a vestir ou se encaixar na maquina de jeito exato que você necessita, igual aquele sapato que você veste e se encaixa tão perfeito que você esquece que está calçado com ele.

Este processo de sistema operacional dedicado já é fato, prova são os milhões, que percebemos de forma clara que a própria Microsoft a comunidade Linux e outras empresa que possuem e detêm tecnologia de sistema operacional, tem investido em aprimorar e lançar a cada dia versões novas de seus sistemas operacionais porem versões Embedded.

Particularmente sou fascinado pelo Windows CE e o potencial que o mesmo coloca nas mãos do programador com a Ferramenta .NET, porém nem sempre o CE é a solução e entra em cena o XPEmbedded, que possui o Kernel XP que você necessita para desenvolver seu aplicativo utilizando uma linguagem de programação Win32, .NET, VB6, Delphi ou outras.

 

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Quanto as software houses são estratégicas para o equilíbrio do Mercado????

Coloquei esta pergunta e faço questão de responder a mesma, mas o objetivo deste post é responder sem que a mesma seja evasiva,  como temos ouvido por ai… “Vocês são importantes, são nossos parceiros”…ou…”Sempre apoiamos vocês que são nossos parceiros”.

É uma pena que a palavra parceria tenha ficado desgastada ao longo do tempo e ao longo de tanta falta de pratica…ou seja, não apenas falar que são parceiros, mas demonstrar na pratica que são. A Palavra parceria ficou idêntica a palavra “Agregar Valor”; Lembra que era moda todo mundo falar isso? “Temos que colocar mais valor agregado aos nossos produtos” e aí um engenheiro tinha a brilhante idéia de colocar um “apito” no produto e dizia que estava agregando valor, e alardeava aos quatro cantos que estava agregando valor e inovando. Isso fez com que a palavra “Agregar Valor” ficasse desgastada do longo do tempo, que não tivesse mais o mesmo efeito.

O Mesmo aconteceu com a palavra “Parceria”, as ações contrárias as parcerias foram tantas que quando dizemos a uma empresa que desejamos ser parceiros, já não tem tanta influencia assim, tanta influencia como deveria ter. Por que? Porque o mercado, principalmente de automação, está impregnado de ações anti-parceria de empresa e profissionais que se diziam parceiros.

Com este contexto, quero responder de forma estratégica a importância que as software houses possuem no mercado, principalmente o mercado de automação, e o equilibro que a mesma agrega ao mercado brasileiro quando parceria de forma correta.

Vamos olhar de forma sistêmica para a cadeia de automação hoje e vamos ser francos, todos tem seu valor, mas o dia a dia tem demonstrado que a maior opinião, formador de opinião e decisor no varejo é a software house, empresa de software ou fornecedor de sistema de automação. Por que? Simples….pegue estes hardware abaixo:

                ECF + Leitor de Codigo de barras + Balança + Display + PC ou Microterminal + RDID + Price Display, todos os hardware que podem estar agregados ao PDV que você imaginar.

A Pergunta é simples: O que seria deles sem um bom software de automação?

A Resposta também é simples: NADA.Não seria nada.

O que seria deles com um péssimo software de automação? Um montão de periféricos mau utilizados e com funcionamento precário e péssimo. Afetando a produtividade do estabelecimento e do PDV.

O que seria deles com um excelente software de automação? Tudo! Um PDV rápido, ágil, com informações precisas e com periféricos bem utilizados compensando todo investimento feito.

Perceberam a Importância que o software de automação tem no mercado de automação comercial? Não é apenas Importante, mas estratégico. É através dele que o estabelecimento toma decisões. Com seu software de automação você pode condenar ou vivificar um negocio, uma regra de negocio, um estabelecimento e um atendimento.

Esta é a importância no PDV, no estabelecimento. Mas e no mercado? Qual o posicionamento estratégico que o software de automação tem? Equilibrar a demanda e manter fazer com que a voz do cliente (dono do estabelecimento comercial) seja ouvida e atendida. Parece mentira? É estranho ouvir falar disso?…que a voz do cliente (dono do estabelecimento ) é ouvida e atendida através do fornecedor de software? Não…nao é não. Quer ver? Faça um exercício mental e lembre-se de quando você ligou pra um fabricante de automação reivindicando uma ação, um suporte uma sugestão para que assim você possa atender a necessidade de um cliente seu (Dono do estabelecimento), lembra-se?

Entao!! Não foi ele que ligou, mas você. Você fez contato e se foi atendido ou não aí já é outra historia. Porque estou indo por este caminho? Bem simples. Voces (software houses) são quem mantêm este equilíbrio no mercado, são vocês. Os fabricantes de Impressora Fiscal, Leitores, etc.. necessitam de uma vez por todas entenderem que são “periféricos”…e aproveitando vamos definir o que é periférico? Ao pé da letra é..estar em segundo plano, em volta, ser útil quando necessário, segunda voz, na borda não no centro, contorno, em volta.

Isso quer dizer que a posição que os fabricantes estão hoje é muito mais de servir do que de exigir e ditar pra onde vai o mercado. Este papel pertence as software houses, empresas que estão Tete-a-Tete com o cliente e muitas das vezes escutando coisas (ruins ou boas) que não pertencem ao seu software mas como é seu software que roda ali, você é o primeiro ombro a ser chorado ou elogiado.

Onde está o equilíbrio? Quando um cliente reclama, reivindica uma ação melhoria e o fabricante não te atende, o equilíbrio é praticado quando você simplesmente dá a liberdade de troca para este cliente e por sua vez você como software house passa a não mais indicar tal marca, seja ela de impressora fiscal ou de qualquer outro produto. Com isso você equilibra o mercado fazendo com que o mesmo não seja dominado pelo abuso do poder econômico, por quem tem mais Marketing ou poder de fogo ou capilaridade ou simplesmente Nome, apenas e tão somente nome.

Vocês software houses são os principais atores deste mercado,  por outro lado carregados de responsabilidade de manter o equilíbrio neste mercado sem fechar os olhos para algumas ações que a cada dia vem se demonstrando como “normal”, “faz parte do jogo do mercado”. Balela!! Conversa “perna-de-grilo”, sem nenhuma sustentação. São ações assim que fazem infelizmente a palavra PARCERIA perder o sentido. Fala-se uma coisa e pratica-se outra.

Mas felizmente temos Parceiros  - que considero ser todas as software houses que neste momento estão lendo este post – que não se conformam e parte pra outra, não fecham os olhos para ações como péssimo atendimento, política comercial e de parceria “tatu” (Abraçar e Matar) e partem pra outra mantendo o Equilibro no mercado de Automação.

Vamos nessa!!!

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Identidade digital nova em 2009

 

Quem disse que Hotmail não é sua identidade digital esta por fora. Vocês necessitam ver a cara de desespero que fiquei quando nao mais consegui entrar na minha antiga conta de Hotmail claudenir_campo nossa!! que desespero. 15 anos com esta conta e da noite pro dia "puf" pedi a senha. Bem mas como eu, um cara relativamente descolado neste mundo digital pude fazer isso. Vamos a peripécia de como consegui fazer isso.

 

Baixei da Microsoft um software que permite trabalhar imagens e fazer um ZOOM nunca antes dá até pra ver a data de nascimento da carteira do cidadão se ele estiver com a carteira de identidade no bolso e a camisa for transparente.  Sempre vale apena explicar os motivos..estou como assistente técnico em um processo de copia, e tiramos uma fotos que necessitam ler uma nota fiscal que esta sendo entregue a uma pessoa religiosa (infelizmente) e este software vem bem a calhar. Chama-se Photosynth. Eh fantástico neste link você pode baixá-lo.  http://photosynth.net/

 

Bem mas o que tem isso a ver? Baixei o carinha (do link) e ao me registra sai uma janela do tipo Windows Forms pedindo o login e senha do Hotmail, e isso eu nunca vi, já que as validações de passport que a Microsoft faz sempre são on line na pagina de validação e nunca em um Windows Forms. Meu pensamento foi “isso é um spyware”…bem entao o que eu fiz. Fiz o Login no Windows forms, e rapidamente foi na pagina do hotmail e troquei minha senha. Resultado. Deu certo! Consegui usar o software e por sua vez consegui alterar para uma nova senha do Hotmail.

 

Mas 5 dias após esqueci a senha nova, entao pediu pro hotmail gerar uma nova senha, porem o email alternativo (para prova de minha burrice) era claudenir_campo, ou seja, o hotmail enviou a minha nova senha pro meu email de hotmail. Olha, cê não faz idéia de como eu “pirei” no momento que vi a mensagem “sua nova senha e instruções para cadastro de nova senha forma enviadas para claudenir_campo@hotmail.com” , Caramba!!! Tudo estava amarrado ao meu passport. Até desde o entregador de Leite aqui do Bairro, Santa Felicidade, até o Acesso ao MSDN da Microsoft e meu perfil de MVP na Microsoft.

 

Assim que me senti por alguns momento como um cara sem identidade digital em um mundo onde tudo te pede Passport. Mas existem males que vem pra bem, e este foi um, já que de cada 50 emaaisl que eu recebia no hotmail 50% era spam e chegou a hora de filtrar melhor as pessoas no MSN. Hehehe sempre é bom.

 

Assim que começo 2009 com uma nova identidade digital – claudenir.andrade@hotmail.com

 

Moral da historia??? Corra agora para seu perfil no hotmail e mude seu email alternativo para um email realmente alternativo. Hehehe J

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